SOLOS

Um passo, dois esquecimentos - 2016

Release:

Revisitar todas as formas contidas em uma célula coreográfica. Desmembrar gestos esperados e alucinar-se em um devaneio utópico.

 

Um passo para a tentativa da proposta esmera, uma eloquência contida para não assustar. O fogo de um passo rápido, nos fazem andar de vagar ou para trás, porém é irrefutável e inquestionável dar o passo a frente, mesmo que seja cansativo.

 

Dois esquecimentos, um que nos leva a frente, e o que nos aprisiona no passado. A frente, é o esquecimento que desejamos para evitar possíveis fracassos, o de trás para nos saciar-se de vitórias de outrora. Então, o que seria mais necessário? Talvez nenhum.

Coreógrafo

Cesar Dias

Assistente 

Ana Paula Trevisan

Música

Max Richter

Direção de ensaio

 Cesar Dias e

André Malosa

 

Figurino

André Malosa

Duração: 2:32'

Efêmero - 2016

Release:

Tudo ou nada, dia ou noite, barulho ou silêncio, homem ou mulher. Efêmero é a possibilidade de utopia, a transitoriedade de uma sensação, emoção ou razão.

 

O inquestionável de ser o que precisa ser para pontuar uma verdade.

 

A luz rápida que cega, os acordes oscilantes e o “despreconceito” do que não se solidificou.

 

O efêmero vem como a dança em seu estado genuíno, a dança não intitulada, o momento onde tudo se encontra e se faz participativo.

 

O efêmero é ontem, a necessidade do hoje e a utopia do amanhã.

Coreógrafo

Cesar Dias

Assistente 

Ana Paula Trevisan

Música

Infra-8 – Max Richter

Direção de ensaio

 Cesar Dias e

André Malosa

 

Figurino

André Malosa

Duração: 2:36'

3 acordes e uma lembrança - 2016

Release:

O que nos faz ser o que somos? Uma educação, uma família, um estado sentimental, uma dor. E quando não temos nada disso, o que nos faz ser o que somos? Uma memória esquecida que precisa ser revistada.

 

Porém é impreciso revisitar algo que não se lembre...

Três acordes e uma lembrança, é o toque quente e dolorido no peito, é a memória do movimento desgastado de uma vida, é o brilho escuro em um dia ensolarado.

Três acordes, é a direção da própria reflexão, voltando a atenção para o que questionamos diariamente e não achamos a resposta. Uma lembrança, é o que tentamos esconder de nos mesmo, o que nos impede de apreciarmos nosso reflexo no espelho.

Coreógrafo

Cesar Dias

Assistente 

Ana Paula Trevisan

Música

Max Richter

Direção de ensaio

Cesar Dias e

André Malosa

 

Figurino

 André Malosa

Duração: 2:34'

© 2015 - 2020 Todos os direitos reservados a Cesar Dias. Desenvolvido pela Agência Octa.

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